ESCOLA DE MÚSICA - ELLAM

CRISTO É UMA QUESTÃO DE OPÇÃO

CRONOLOGIA BÍBLICA

CRONOLOGIA BÍBLICA

domingo, 31 de outubro de 2010

A ALMA QUE PECAR MORRERÁ



  - A alma que pecar essa morrerá!!!;  Essa é uma sentença irrevogável de Deus para cada homem.
      Gostaria de te dizer a morte que aqui Deus se refere não é a morte física ou a da corpo, mas a do espírito o seu verdadeiro ser será levado a separação total da presença de Deus, por toda a eternidade estarás privado da luz de Deus e terás como companheiro todos os que não ouviram  a voz do filho de Deus e arqui rival de Deus (satanás), cabe a você escolher o seu futuro; te pergunto como vai a sua vida perante Deus?

Vejamos Os 4 Alertas de Deus para o homem
1) - "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte."  (Apocalipse 2 : 11)

2) - "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos."  (Apocalipse 20 : 6)

3) - "E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte."  (Apocalipse 20 : 14)

4) - "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte."  (Apocalipse 21 : 8)

     Dormirás tu seguro sem te consertares com Deus?

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O MUNDO ESTAR RUINDO

O Mundo estar Ruindo; A incerteza; A injustiça; A arrogância; A violência em todas as suas variáveis; A fome desvairada sem escrúpulo e sem moral pelo sexo arrasta a humanidade ao profundo abismo impar da sua historia; O amor fingido e interesseiro vai conduzindo o homem a  um egoísmo sem fronteiras em todas as esferas imaginavéis.  Tempestade; Terremoto; Guerras  e Maremotos assolam os quatro cantos do mundo o homem encontra-se perplexo com as muadanças climáticas, a  decadência moral dos politicos mundias, a quebradeira financeira das nações e os escândalos dentro das igrejas envolvendo seus lideres; É este o momento certo de olhar para o alto e dizer Ora vem Senhor Jesus; Cuide-se ainda não é o fim mas é bom que saibamos Jesus BREVE VIRÀ (Smodger Silva )

Os males do mercantilismo do Evangelho em nossos dias

Artigo publicado no Mensageiro da Paz, número 1.496, de janeiro de 2010

Houaiss define o mercantilismo como: “a propensão a sujeitar ou relacionar qualquer coisa ao interesse comercial, ao lucro, às vantagens financeiras; teoria e sistema de economia política, dominantes na Europa após o declínio do feudalismo, que, baseados no acúmulo de divisas em metais preciosos pelo Estado por meio de um comércio exterior de caráter protecionista, fortaleceram o colonialismo e proporcionaram o desenvolvimento industrial, com resultados lucrativos para as balanças comerciais”.

O mercantilismo surgiu na Europa, entre os séculos 15 e 16, quando um conjunto de práticas e medidas econômicas começou a ser usado pelos Estados, com os objetivos de unificar o mercado interno e possibilitar importação e exportação entre os países. Nessa mesma época já existia também uma forma de mercantilismo religioso, praticado pela Igreja Católica Romana.

No seu best-seller Uma Breve História do Mundo, o professor Geoffrey Blainey afirma: “A Igreja reuniu cobradores de impostos profissionais e, assim como as pessoas que hoje ajudam a angariar fundos nas instituições de caridade, eles se encarregavam de vender indulgências. (...) Martinho Lutero detestava a prática de venda de indulgências, que nada mais eram que pacotes caros pagos pelo perdão. Em 31 de outubro de 1517, na véspera do Dia de Todos os Santos, um dia importante do calendário, afixou seus protestos em latim à porta da igreja do castelo de sua cidade” (Fundamento, página 185).

O termo “mercantilismo”, quando empregado a respeito de igrejas e líderes pretensamente evangélicos, refere-se àqueles que se valem do Evangelho para obtenção de vantagens financeiras ou lucro, o que é, sem dúvida, uma forma condenável de comercialização.

O mercantilismo do Evangelho é visto no oportunismo de pessoas que se aproveitam da facilidade para abrir igrejas, a fim de ganharem dinheiro de modo igualmente fácil. Em vez de abrirem uma mercearia ou uma padaria, por exemplo, tais exploradores optam pela comercialização do Evangelho. Ignoram que já existem igrejas bem estruturadas, capazes de formar discípulos de Jesus e acolhê-los, e fundam as suas próprias igrejas-negócios.

Os exploradores da fé se aproveitam da liberdade religiosa que vigora no país e da facilidade para abrir uma igreja. São necessários cinco dias úteis e menos de R$ 500,00 em despesas burocráticas para estabelecer uma igreja legalmente, com CNPJ e tudo. É preciso apenas o registro da assembleia de fundação e do estatuto social em cartório.

Infelizmente, boa parte dos programas evangélicos de tevê é mercantilista. Não apresentando conteúdo evangelístico, sua ênfase recai no triunfalismo e na prosperidade meramente financeira, como se isso fosse a prioridade do cristão. Seus apresentadores se valem de mensagens “proféticas” e testemunhos de pessoas que teriam recebido vitórias financeiras, mediante os quais sensibilizam os telespectadores a lhes enviarem vultosas contribuições.

Outro recurso usado pelos mercantilistas do Evangelho é a mensagem de autoajuda, verbalizada mediante a repetição de bordões como: “Ouse sonhar”, “Seja um sonhador”, “Sonhador não morre”, “Não desista dos seus sonhos”. Essa mensagem não se aplica aos servos do Senhor. Às vezes, é preciso desistir de sonhos, ainda que sejam bons, a fim de agradar a Deus. Davi e Paulo, por exemplo, abandonaram seus excelentes projetos (sonhos), para cumprirem a prioritária vontade do Senhor (2Sm 7 e At 16.6-10). “Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR, a resposta da boca”, Pv 16.1.

Nos tempos do Novo Testamento já havia pessoas mal-intencionadas, sem compromisso com as Escrituras, interesseiras e sem temor de Deus que vagueavam pelas igrejas cristãs usando o Evangelho para obter lucro (2Co 11.3-15 e 1Tm 6.9-10). Isso levou o apóstolo Paulo a mostrar aos cristãos de Corinto que ele era diferente desses aproveitadores (2Co 2.17, ARA). Referindo-se aos falsos mestres, o apóstolo Pedro também alertou aos crentes da época e a nós, hoje, sobre os que mercadejam a fé (2Pe 2.1-3).

O mercantilismo do Evangelho consiste no sacrifício das ovelhas em prol de falsos e maus pastores, ao contrário do que disse o Senhor Jesus, em João 10.11: “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”.

Ciro Sanches Zibordi