ESCOLA DE MÚSICA - ELLAM

CRISTO É UMA QUESTÃO DE OPÇÃO

CRONOLOGIA BÍBLICA

CRONOLOGIA BÍBLICA

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A DOUTRINA DE DEUS




                                                             CAPITULO 1

a)   A EXISTÊNCIA DE DEUS

   Crê na existência de Deus ou não crê, é uma questão individual, é única e exclusiva, toda a crença encontra-se condicionada a um tipo de escolha. A fé do crente é a base e a sustentação na crença na existência de Deus, a palavra de Deus é um dos elementos existentes que nos revela a sua existência e seus feitos, cremos em ser supremo e poderoso que tudo fez tudo criou e que é Senhor sobre tudo e todos.

    Já existem outros indivíduos que não atribui a Deus a autoria da criação e não acredita na sua existência. Alguns e tantos outros creem em Deus más o limita, outros possuem uma visão abstrata, outros são vagos em sua crença e existente aqueles que distorcem.
     Mas a palavra de Deus afirma para todo o homem.
- "Porque assim diz o SENHOR que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a confirmou, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR e não há outro."  (Isaías 45 : 18)

-   "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele."  (Colossenses 1 : 16)

   I)    ARGUMENTOS NEGATIVOS DA EXISTÊNCIA DE DEUS
 * Ateísmo  -      Num sentido amplo, é a rejeição ou ausência da crença na existência de divindades e outros seres sobrenaturais.

* Agnosticismo –      É a visão de que o valor de verdade de certas reivindicações, especialmente afirmações sobre a existência ou não existência de qualquer divindade, mas também de outras reivindicações religiosas e metafísicas, é desconhecido ou incognoscível. O agnosticismo pode ser definido de várias maneiras, e às vezes é usado para indicar dúvida ou uma abordagem cética a perguntas. Em alguns sentidos, o agnosticismo é uma posição sobre a diferença entre crença e conhecimento, ao invés de sobre qualquer alegação específica ou crença.

     No sentido popular, um agnóstico é alguém que não acredita nem descrê (não nega a possibilidade) na existência de um Deus, ao passo que um ateu não acredita na existência de um ou mais deuses (mas também não necessariamente nega, como é o caso do ateísmo cético). Em sentido estrito, no entanto, o agnosticismo é a visão de que a razão humana é incapaz de proporcionar fundamentos racionais suficientes para justificar o conhecimento da existência ou não de Deus.

    Dentro do agnosticismo existem ateus agnósticos (aqueles que não acreditam que uma divindade ou mais divindades existam, mas que não negam/descartam a possibilidade de suas existências) e os teístas agnósticos (aqueles que acreditam que um Deus existe, mas não afirmam saber isso).

* Deísmo – É uma postura filosófica que admite a existência de um Deus criador, mas não nega a realidade de um mundo completamente regido pelas leis naturais e científicas, como pensam os ateus.Os deístas, portanto, não acreditam num Deus interferente, como apregam as religiões, nem mesmo acreditam que as religiões possam estar certas quanto a se dizerem conhecedoras da Palavra de Deus.

* Materialismo – É o tipo de fisicalismo que sustenta que a única coisa da qual se pode afirmar a existência é a matéria; que, fundamentalmente, todas as coisas são compostas de matéria e todos os fenômenos são o resultado de interações materiais; que a matéria é a única substância. Como teoria, o materialismo pertence à classe da ontologia monista. Assim, é diferente de teorias ontológicas baseadas no dualismo ou pluralismo. Em termos de explicações da realidade dos fenômenos, o materialismo está em franca oposição ao idealismo e ao metaficismo, deixando bem claro que o materialismo pode sim se co-relacionar com o idealismo e vice-versa em alguns casos, mas o real oposto da materialidade é mesmo o sentido da metafisicidade.

 
Fisicalismo é a doutrina filosófica segundo a qual a linguagem da Física deverá ser a linguagem de toda a ciência. Para o fisicalismo, mente é igual a corpo, e tudo se reduz a um processo físico, não existem idéias privadas.

Ontologia (em grego ontos e logoi, "conhecimento do ser") é a parte da filosofia que trata da natureza do ser, da realidade, da existência dos entes e das questões metafísicas em geral. A ontologia trata do ser enquanto ser, isto é, do ser concebido como tendo uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres. Costuma ser confundida com metafísica. Conquanto tenham certa comunhão ou interseção em objeto de estudo, nenhuma das duas áreas é subconjunto lógico da outra, ainda que na identidade

Monismo  é o nome dado às teorias filosóficas que defendem a unidade da realidade como um todo (em metafísica) ou a identidade entre mente e corpo (em filosofia da mente) por oposição ao dualismo ou ao pluralismo, à afirmação de realidades separadas.
Dualismo é uma concepção filosófica ou teológica do mundo baseada na presença de dois princípios ou duas substâncias ou duas realidades opostas e inconciliáveis, irredutíveis entre si e incapazes de uma síntese final ou de recíproca subordinação. É dualista por excelência qualquer explicação metafísica do universo que suponha a existência de dois princípios ou realidades não subordináveis e irredutíveis entre si. Em filosofia, o dualismo opõe-se às várias formas de monismo, dentre as quais o fisicalismo e o fenomenismo. Refere-se à relação matéria-espírito, fundada sobre a afirmação de que os fenômenos mentais são exteriores ao mundo físico.
Pluralismo é, num sentido amplo, o reconhecimento da diversidade.
O Idealismo é uma corrente filosófica que emergiu apenas com o advento da modernidade, uma vez que a posição central da subjetividade é fundamental. Seu oposto é o materialismo. Tendo suas origens a partir da revolução filosófica iniciada por Descartes e o seu cogito, é nos pensadores alemães que o Idealismo está em geral associado, desde Kant até Hegel, que seria talvez o último grande idealista da modernidade. Muitos, ainda, acreditam que a teoria das idéias de Platão é historicamente o primeiro dos idealismos, em que a verdadeira realidade está no mundo das idéias, das formas inteligíveis, acessíveis apenas à razão.
A metafísica é uma das disciplinas fundamentais da filosofia. Os sistemas metafísicos, em sua forma clássica, tratam de problemas centrais da filosofia teórica: são tentativas de descrever os fundamentos, as condições, as leis, a estrutura básica, as causas ou princípios primeiros, bem como o sentido e a finalidade da realidade como um todo, isto é, dos seres em geral. Concretamente, isso significa que a metafísica clássica ocupa-se das "questões últimas" da filosofia, tais como: há um sentido último para a existência do mundo? A organização do mundo é necessariamente essa com que deparamos, ou seriam possíveis outros mundos? Existe um Deus? Se existe, como podemos conhecê-lo? Existe algo como um "espírito"? Há uma diferença fundamental entre mente e matéria? Os seres humanos são dotados de almas imortais? São dotados de livre-arbítrio? Tudo está em permanente mudança, ou há coisas e relações que, a despeito de todas as mudanças aparentes, permanecem sempre idênticas?
Em sua concepção clássica, os objetos da metafísica não são coisas acessíveis à investigação empírica; ao contrário, são realidades transcendentes que só podem ser descobertas pelas luzes da razão. Essa pretensão de estabelecer teses gerais que não se curvam à orientação da experiência foi repetidas vezes criticada - as críticas sistemáticas aos projetos metafísicos tradicionais tornaram-se parte importante de várias correntes e escolas filosóficas, especialmente nos séculos XIX e XX, e atualmente podem ser vistas como um traço importante da concepção de mundo moderna. O saber é o estudo do ser ou da realidade. Ocupa-se em procurar responder perguntas tais como: O que é real (veja realidade)? O que é natural (veja naturalismo)? O que é sobrenatural (veja milagre)? O ramo central da metafísica é a ontologia, que investiga em quais categorias as coisas estão no mundo e quais as relações dessas coisas entre si. A metafísica também tenta esclarecer as noções de como as pessoas entendem o mundo, incluindo a existência e a natureza do relacionamento entre objetos e suas propriedades, espaço, tempo, causalidade, e possibilidade.

* Panteísmo - O Panteísmo é a visão de que o Universo (Natureza) e Deus (divindade) são idênticos. Os panteístas, portanto, não acreditam em um deus criador ou antropomórfico. A palavra deriva das palavras gregas pan (todos) e theos (Deus). Como tal, o Panteísmo denota a idéia de que "Deus" é melhor interpretado como um processo de relacionamento com o Universo. Embora existam divergências dentro do Panteísmo, as idéias centrais encontradas em quase todas as versões são o Cosmos como uma unidade abrangente e a sacralidade da Natureza.
    No panteísmo, Deus é idêntico com o universo, mas no Panenteísmo Deus está dentro e também além ou fora do universo. A reflexão deve partir de 1 conhecimento da realidade divina e depois especular sobre a relação entre o divino e o não-divino. A este ponto de vista chama-se panteísmo acósmico. Inversamente, quando a reflexão começa de uma percepção de toda realidade finita, das entidades passíveis de mudança e é dado o nome Deus a sua totalidade, denomina-se panteísmo cósmico.
   Etimologicamente falando, o termo panteísmo deriva das palavras gregas pan ("tudo") e teísmo ("crença em deus"), sustentando a ideia da crença em um Deus que está em tudo, ou a de muitos deuses representados pelos múltiplos elementos divinizados da natureza e do universo. Em diversas culturas panteístas, frequentemente a ideia de um Deus que vive em tudo complementa e coexiste pacificamente com o conceito de múltiplos deuses associados com os diversos elementos da natureza, sendo ambos aspectos do panteísmo. A principal convicção é que Deus, ou força divina, está presente no mundo e permeia tudo o que nele existe. O divino também pode ser experimentado como algo impessoal, como a alma do mundo, ou um sistema do mundo. O panteísmo costuma ser associado ao misticismo, no qual o objetivo do mortal é alcançar a união com o divino.
-      Antropomorfismo é uma forma de pensamento que atribui características ou aspectos humanos a Deus, deuses, elementos da natureza, animais e constituintes da realidade em geral. Nesse sentido, toda a mitologia grega, por exemplo, é antropomórfica.

II)  ARGUMENTOS POSITIVOS DA EXISTÊNCIA DE DEU
* Ontológico – Em grego ontos e logoi, "conhecimento do ser" o argumento Ontológico para a existência de Deus, em teologia e em filosofia da religião, é um argumento de que a existência de Deus pode ser provada a priori, com um silogismo, isto é, bastando apenas a intuição e a razão, não sendo necessária, portanto, uma prova material, ou seja, a posteriori, porque sua comprovação material é a própria realidade do ser, daí o termo ontológico. Deus é o ser perfeito ao máximo, não pode haver um ser mais perfeito do que ele. Ora, um atributo da perfeição é o existir, logo Deus deve forçosamente existir, sem o que ele não seria perfeito; sua existência faz parte do seu ser.

   Esse argumento foi diversas vezes reabilitado ao longo da história, mas também criticado por pretender passar da ordem lógica à ordem da realidade. Foi proposto pela primeira vez pelo doutor da Igreja Anselmo de Cantuária, dito Santo Anselmo.    Tal argumentação fora combatida com a refutação dos filósofos David Hume (1711-76) e Immanuel Kant (1724-1804). Com o mesmo tipo de raciocínio, é possível "provar" a inexistência de Deus, conforme o australiano Douglas Gasking demonstrou, esclarescendo, por fim, que existência ou não de Deus é uma pergunta grande demais para ser decidida por uma "prestidigitação dialética".

* Cosmológico - O argumento cosmológico é um argumento de provas que procuram demonstrar a existência de uma razão suficiente ou causa primeira para o surgimento do cosmo. Os argumentos podem ser agrupados em três tipos básico: O argumento tradicional de Kalam(William Lane Craig), da causa primeira como originadora do universo; O argumento argumento cosmológico Tomista (Tomás de Aquino ) de sustentação do mundo pelo fundamento do ser, e o argumento cosmológico de Leibniz (Gottfried Leibniz )da razão suficiente para a existência de algo em vez de sua inexistência. O argumento cosmológico tenta provar que Deus existe mostrando que não pode haver um número infinito de regressões de causas as coisas que existem. Declara que deve haver uma causa final de todas as coisas. Esta causa afirma ser Deus. O argumento cosmológico toma várias formas mas se representa basicamente como se segue.
1.     As coisas existem. 
2.     É possível essas coisas não existirem.
A.    Qualquer coisa tem a possibilidade de não-existência, todavia existe, se foi causada existir. Algo não pode vir a existência desde que deve existir para se vir a existência o que é ilógico.
3.     Não pode haver um número inifinito de causas para se trazer algo a xistência.
 .        Porque uma regressão inifita de causas não tem nenhuma causa inicial que significa que não há nenhuma causa de existência.
A.    Já que o Universo existe, deve haver uma causa.
4.     Deve haver uma causa de todas as coisas, portanto.
5.     Essa causa deve ser Deus.
     Tomás de Aquino (1224-1274) tinha uma versão do argumento cosmológico chamado Argumento do Movimento. Ele declarou que as coisas em movimento não puderam vir a movimento mas devem ter sido causadas a movimento. Por isso, não pode haver uma regressão infinita de movimentos. Então, deve haver um Movedor. Este Movedor deve ser Deus.
Forças do argumento
     As forças do argumento cosmológico estão na sua simplicidade e facilidade de compreender o conceito de que não pode haver um número infinito de causas para um evento. Alguns argumentos para a existência de Deus requerem mais raciocínio, terminologia e conceitos, mas este argumento é básico e simples. Assim, é absolutamente lógico afirmar que os objetos não se originam sozinhos e devem, por conseguinte, ter causas. 
Fraquezas do argumento
     Uma das fraquezas do argumento é que se todas as coisas necessitam uma causa para existir, então o próprio Deus também deve, por definição, necessitar de uma causa a existir. Mas isto só empurra para trás e implica que deve haver um número infinito de causas que não podem existir. Isto é paradoxal. Assim, por definição, Deus é sem causa.
* Teológico - É o tipo de argumento que se baseia em que algo tenha uma finalidade, uma teleologia, uma causa final, um fim. Analisa-se aqui se os objetivos estão sendo cumpridos ou desviados.

* Moral - O argumento moral a favor da existência de Deus foi bastante popular no séc. XIX, em parte por se pensar que os argumentos tradicionais se tinham tornado implausíveis por causa dos avanços da ciência. Contudo, a sua influência na história da filosofia é diminuta, pois qualquer das versões do argumento moral é mais fraca do que os argumentos tradicionais.

* Histórico - A história da humanidade prova a existência de Deus. Desde a antiguidade o homem busca se relacionar com um “ser superior”. Todos os povos espalhados pelo planeta têm, de uma certa forma, uma maneira de cultuar um deus (ou deuses) qualquer. Até as etnias menos conhecidas buscam relação com um deus qualquer.Na verdade existe um vazio dentro do homem que só pode ser preenchido por Deus. A história mostra isso. O homem sempre buscou uma relação com alguma religião desde os tempos primórdios. Lamentavelmente nem todos buscam o Deus verdadeiro. Milhões de pessoas enveredam por caminhos errados, em religiões que se opõem a todo o principio que Deus determinou para a humanidade.

b)  PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS

      I ) A REVELAÇÃO DE DEUS NA BÍBLIA 
1)    - Como o criador Gên.1.1
2)    - Como dirigente Sal. 22.28

I)                     A NATUREZA DE DEUS EM JESUS
               Jesus é a revelação de Deus - "Eu e o Pai somos um."  (João 10 : 30)

II)                 O ESPÍRITO SANTO TESTEMUNHA
1)    - É o Deus enviado - "Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito."  (João 14 : 26)
2)    - É o testemunho de Deus - "E Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, assim como também a nós;"  (Atos 15 : 8).

                  CAPITULO 2
A NATUREZA DE DEUS

         Uma mente limitável não pode definir o ilimitável”. (Porque, quem conheceu a mente do SENHOR, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo."  I Coríntios 2 : 16)
        
         Mesmo o homem espiritual não concebe a totalidade da mente de Deus, o homem é limitável e seu raciocínio é estático, a nossa racionalidade gera a incapacitação, e a nossa definição de Deus encontra-se abaixo da realidades.

         O que entendemos de Deus nos é quadrante e restrito, que só o alçamos através da compreensão simplista de seu ser, de tudo o que dele compreendemos nos foi revelado por seu filho e da palavra (Joaõ 1:5 E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas).
     
1)    - DEUS É UM SER PESSOAL  - Ele é uma pessoa na Sua criação e ao mesmo tempo Ele está separado e bem distinto dela. Na oração de Salomão por ocasião da dedicação do templo, ele prestou tributos à grandeza transcendental de Deus com estas palavras: "Mas na verdade habitará Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus, te não poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado". 1 Reis 8:27.

2)    - DEUS É UM SER ESPIRITUAL - Deus é exclusivamente espírito, "Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito que está no seio do Pai, esse o fez conhecer". João 1:1
I)      Os Atributos de Deus
1) - Espiritualidade
2) - Personalidade
3) - Vida
4) - Fidelidade
5) - Verdadeiro
6) - Conselheiro
7) - Justo
8) - Bondoso
9) - Amor
II)   Pertencentes à Sua Infinidade
1)  - Absoluto – Unicidade (Isaias 45:5)
 2) - Soberania/Supremacia (Isaías 40:12-17, 43:12-13, 46:9-10, Salmo 135:6).
 3) - Auto-existência  (Isaias 43;13)
 4) - Imutabilidade - Ele não muda - Salmo 102:27, Malaquias 3:6, Tiago 1:17
 5) - Unidade - uma substância, uma ousia (Deuteronômio 6:4)
 6) - Perfeição (Mateus 5:48)
 7) - Imensidão (II Crônicas 6:18)
 8) - Eternidade (Êxodo 3:14, Salmo 90:2, 1 Timóteo 1:17, Judas 25)
III)  Pertencentes à Criação
1)      - Onipresença - Salmo 139:7-10, Jeremias 23:23-24
2) - Onisciência - Hebreus 4:13, Mateus 10:29-30, Romanos 11:33
3) - Onipotência - Gênesis 17:1, Apocalipse 1:8, Romanos 4:17
IV)  Os Atributos Morais de Deus
1)      - Santidade (Salmo 99:3)
2) - Justiça (Apocalipse 16:7)
       A justiça de Deus pode ser: absoluta,relativa e governativa.
     *    A justiça Absoluta       -  Refere-se a retidão de Deus e sua natureza.
     *   A justiça  Relativa         -  Refere-se com a perfeição de Deus
     *   A justiça Governativa  -  Refere-se a governabilidade de Deus sobre o mal.
          Da justiça governativa surgem:
                              _ A justiça Distributiva      - Recompensa de castigo
                              _ A justiça Remunerativa  - Recompensa aos homens e anjos
                              _ A justiça  Retributiva      - Aplicação de castigo de sua parte.
3)  - Amor  (I João 4:8)
4) - Verdade (João 14:6)
V)   A Tri-Unidade de Deus
    (I João 5:7) - Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um.
 
1)  Mt. 3:17   -     O Pai testifica do filho.
2)  Jo. 5:19 -      O Filho testifica do Pai.
3)  Jo.14.26  -      O Filho testifica do Espírito.
4)  Jo. 15:26  -     O Espírito testifica do Filho. 

REFERÊNCIA

A Doutrina de Deus – Gerald Bray
Doutrina de Deus – Severino Pedro da Silva
Apostila do Seminário Teológico Batista do Rio Grande do Sul - Pr. Chrístopher B. Harbin
Modulo II - Fafiteal

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