ESCOLA DE MÚSICA - ELLAM

CRISTO É UMA QUESTÃO DE OPÇÃO

CRONOLOGIA BÍBLICA

CRONOLOGIA BÍBLICA

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O DIA DO SENHOR



                                                INTRODUÇÃO

 
INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

 II Pedro 3:10-11
João Ferreira de Almeida Atualizada (AA)
  -  Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas.

                                    QUESTIONARIO
 1)                É linguagem literal ou simbólica?
        Posso vê que Pedro apropria-se das palavras de Jesus e de outros textos, veja o que o que encontra-se descrito em Mat.24:29; Quando Jesus descreve uma visão escatológica (apocalíptica), referente a sua segunda vinda, a visão faz referencia a um grande cataclismo que virá sobre a terra, envolvendo o cosmo.
     Mas será que o relato de Pedro deva ser um fato real que esteja realmente reservado para o futuro, ou será simples jogo de palavras com função de expressar uma situação, conduzindo suas palavras para  uma simbologia; Bem confesso que a situação não é tão fácil de ser respondida sem uma devida analise, assim lhe convido para verificarmos cada detalhe distintamente afim que possamos ter uma ideia precisa, se o que Pedro apresentou uma linguagem literal ou simbólica.
    O que veremos adiante. A nação de Israel e o dia do Senhor.
     É um fato que as mesmas colocações foram feitas a nação de Israel no Velho Testamento, todavia podemos perceber que os fatos ocorridos em Israel nos leva a seguinte conclusão, o texto apresentado determinava uma situação, na qual vimos que Israel enfrentou um inimigo real e humano que exterminou a nação Israelita, deixando-a literalmente arrasada e de cabeça para baixo só restos e escombros, em uma total e terrível destruição.
     Reservo abaixo alguns trechos que descrimina o “dia do Senhor” tendo como foco a nação de Israel, pelos fatos históricos já ocorridos, percebe-se que o “dia de do Senhor” foi um dia de destruição e aflição exclusivamente direcionada a nação de Israel, e não envolveu o nosso planeta;
     Portanto podemos afirmar que o “dia do Senhor” foi uma linguagem simbólica referenciada pelos profetas como um fato alegórico, porque me expresso assim, é visível que as palavras dos profetas não cumpriram-se em momento algum da forma transmitida no texto, más que houve comprimento claro que houve, porem não se deu de forma literalmente ou como eles descreveram em seus textos; Historicamente sabemos que os fatos se deram de forma inversa ao escrito, assim com as mãos nos fatos históricos posso concluir que o texto enfocou uma linguagem simbólica sim; O fato real é que Israel foi destruída e arrasada sim, porem por fatores de uma guerra.
      Textos semelhantes em:

      Observação: Acima todos os textos foram direcionados exclusivamente a nação de Israel. Apesar do texto infligir relatos que envolvia a devastação dos astros, até hoje o sol não perdeu o brilho, as estrelas não caíram, nem a lua deixou de brilhar, portanto foram mensagens com linguagem simbólicas.
 UM PROBLEMA A SER RESOLVIDO
     Más, o texto de II Pedro é problemático, e não pode ser definido nem reolvido de forma simplista, vejamos.
     Para mim o texto possui duas faces bem distintas, feito uma moeda cara e coroa, olhando para trás ele nos apresenta uma interpretação já definida de um texto simbólico; - Más se olharmos para frente da moeda ela nos coloca numa situação onde os fatos nos sugere que realmente possam ser vistos de forma literal, e entre e uma situação como chegarmos a uma conclusão?.
    Como já disse, a primeira vista sou tentado a entender que o texto seja simbólico, acha visto os fatos descritos possuírem todo um paralelismo com os fatos ocorridos com a nação de Israel no passado precisamente no velho testamento; -  Porem!, sou levado e tentado a ir alem desta minha tendência conclusiva, não querendo apresenta-la como uma afirmativa definitiva, e porque isto?.
    Bem, lendo todo o texto II Pedro 3 percebe-se que Pedro nos conduz a construção e a formação de uma ideia exata e bem definida de um fato que se espera realizar-se no futuro, evidentemente que ele faz uso de fatos passados para legitimar a sua argumentação, e diga-se de passagem vejo coerência em seu argumento; Assim sou levado a formular uma outra vertente de pensamento tendo agora uma segunda visão de uma nova perspectiva, e me vejo na opção da literalidade do texto; Prossigamos e vejamos.
    Sabe-se que o texto teve como objetivo uma exortação para os cristãos da sua época, e que evidentemente serve para nosso tempo também, já que até o momento a mesma não cumpriu-se; Observa-se que Pedro enfoca fatos ocorridos e atestados pelos textos bíblicos, falo do dilúvio que veio como forma de julgamento, sobre a terra, nota-se que Pedro faz uso no seu texto dos contextos e paralelos bíblicos para respaldar a sua exortação, e claro assim afirmar e asseverar a sua ideia.
   Pode existir uma possibilidade literal para o texto? Hora se o texto for analisado deixando de lado a lógica e a probabilidade da coerência, ainda assim, com muito cuidado serei levado a crê que Pedro buscou expressar e incutir uma linguagem “real”, portanto não simbólica. E porque me expresso e me refiro desta forma?. 
    Eu direi que Pedro foi muito mais além do que devia, fez uso do fato do dilúvio e em cima disto criou toda uma situação, ele não para por aí, nota-se que ele também faz uso das instruções do seu mestre (Jesus), descritas em Mt. 24:29-31, as quais são construídas em cima dos textos do Velho Testamento, creio e é evidente que Pedro fora influenciado de forma definida (veremos adiante).
  Pedro ao apegar-se a um fato real ocorrido no passado falo do dilúvio transporta a sua ideia de punição para uma situação atual, prevendo um julgamento punitivo futuro logicamente diferenciada, creio que seu argumento justifica a sua afirmação, ele conduz o leitor para o passado e o traz para o presente enfocando o erro do homem como o fator da punição, assim em seu texto ele chega ao clímax maior apresentando uma provável forma de punição futura.
   Ou seja ele diz, estes (homens) aos se desviarem do caminho do Senhor no passado foram punidos através de um grande dilúvio sobre a terra, agora ele coloca a situação no presente, observando a situação dos erros do homem na atualidade, e diz, a terra está destinada a um novo julgamento, e assim em sua visão ele descreve e desenvolve um conceito realístico para o futuro do homem e da terra.
     É mais que provável que o ensinamento de Jesus tenha ficado marcado em sua mente, veja como ele de um momento para outro transpõe o seu raciocínio sobre o dilúvio e visualiza uma destruição cósmica  ele muda o tom e o quadro apresentado do inicio de sua conversação, e de onde ele apanhou esse raciocínio? Lógico do que ouviu do mestre, além de tudo percebe-se que Pedro faz uso de mensagens apocalípticas algo estava muito em uso entre as comunidades cristãs - judaicas e as emergentes comunidades cristãs gentias.
    Pedro associou o que Jesus falou em sua visão apocalíptica, e levou a sua ideia muito mais além do que a de Cristo, afirmando e deixando a entender que o fato haverá de ocorrer literalmente em momento do futuro da humanidade. Como já disse o seu ensino serviu para a igreja primitiva como admoestação e uma advertência, e perpetua-se até aos nossos dias.
    Agora devo apresentar a minha posição ao dizer que Pedro foi além do que Cristo falou; Vejamos, é um fato histórico que muitos seguidores de Cristo no tempo da invasão Romana pelo general Tito no ano 70 d.C. vivenciaram essa profecia de Mat. 24 feita por Jesus, sofreram na carne, descreve o historiador Flávio Josefo que a carnificina e o ódio Romano ultrapassou os limites do bom senso, a cidade de Jerusalém foi arrasada, seus muros e o templo foram deixados ao chão, conta-se que muitos cristão lembraram do que Jesus dissera sobre o templo, e um momento de agonia e aflição fugiram salvando suas vidas, partiram para uma cidade chamada Pela, na Transjordânia, incrivelmente no dia 7 de setembro do ano 70 d,C..
   Se analisado os fatos ocorridos em comparação com a profecia de Jesus predita a aproximadamente 40 anos antes do fato, veremos logicamente que tal profecia não correspondem ao dito profético; Más esse más tem peso!; Más se agora verificarmos com detalhe o texto de Mat.24 descrito logo abaixo, observaremos que as palavras de Jesus em questão é levada a seguinte conclusão, é visível que o texto apresentado possui dois momentos distintos, onde um já cumpriu-se para a nação de Israel, quando foi dispersa e destruída por Roma.
    Levanta-se agora a segunda parte do texto profético onde podemos verificar claramente que ainda esta segunda parte encontra-se para ser cumprida, e porque me refiro assim? Veja que aqui trata-se da sua segunda vinda, momento este onde Cristo resgatara os seus escolhidos.
    Más nem tudo pode ser definido em uma linha simplista como a que eu disse e fiz, existe outra possibilidade dentro do texto profético de Cristo, que é a seguinte, quem será estes escolhidos? Essa é uma questão cruciante, e se estes escolhidos for a sua igreja, então atravessaremos a grande tribulação, porem pode haver uma outra alternativa estes podem ser os cristãos arrebanhados durante a grande tribulação, Más quem sabe da verdade? Deixa a minha deixa aqui, por não se tratar do assunto analisado, é só uma pequetita agulhada com sabor de mel, rsrsrsr.
 Mateus 24:29-31
  E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. 

    Agora temos um problema a ser resolvido, como posso ajustar a descrição de Mt.24:29 (acima) quando Jesus apresenta uma situação catastrófica envolvendo os elementos do cosmo, sol, lua, estrelas e a terra onde todos serão afetados, veja que só após a estes fatos descritos é que o Cristo virá,  analise montando a lógica ao texto, é bem traduzível que a primeira parte apresentada trata-se de um possível de extermínio da terra ou próprio fim do mundo, mas não o é, e porque não é.
    O texto na sua sequência apresenta uma classe de pessoas escolhidas, onde Jesus envia seus anjos aos quatros cantos da terra para recolher os recolher para si, como isto poderá ocorrer se a terra sofrera uma catástrofe, assim tudo me leva a entender que o quadro descrito por Jesus é um quadro simbólico, onde Pedro ajusta e leva o seu pensamento muito mais além do que as palavras de Cristo, porque razão?. 
   Apesar do quadro descrito seja digno de uma cena apocalíptica, Jesus não afirmou em momento algum que a terra seria afetada a ponto de ser destruída ou consumida ou se na verdade realmente ele tinha isto em visão, tal fato não sucedeu da forma por ele imaginada; Agora temos uma outra alternativa se este fato possuir dois momentos distintos um para um futuro próximo já acontecido no ano 70 como vimos, e o outro que possa acontecer no futuro , se assim for mesmo assim creio que a interpretação correta aqui seja a mesma do passado haverá uma destruição global, agora não mais restrita a Israel mas dirigida ao mundo inteiro, havendo um clima de terror na terra, provocada uma guerra de grandes proporções entre nações.
  Mas a linha de raciocínio de Pedro me parece ser inversa a Cristo.

  Mas será que Jesus descreve um quadro e Pedro outro, será que Pedro usa descrição inversa, ou muito mais alem da apresentada por Jesus, percebo que em seu texto Pedro em seu raciocínio deixa transparecer um fato que deverá acontecer de maneira real a terra, assim ele coloca que a terra será desfeita através de um ato final de Deus, do mesmo jeito que ocorrera no tempo do dilúvio, Para mim Pedro refere-s a uma extinção futura, do homem transgressor e consequentemente a extinção do planeta terra.

   Como já frisei, enquanto Jesus apresentou dois momento futuros um que já cumpriu-se no ano 70 d.C. e foi “simbólico”, a uma grande possibilidade que acha um outro momento dentro da sua profecia reservado ainda para o futuro, mas tudo leva a crer que seja também uma situação simbólica no futura, apesar das narrativas parecerem iguais eles na verdade não são, é por tal motivo que digo que Pedro foi muita mais além e em seu texto ele relata a uma situação literal, porque digo isto?, veremos adiante.

   Minha tese baseia-se quando me transporto a leitura do livro de Apocalipse tendo ele como referencial, observe que quando João recebe a revelação, ela é lhe é apresentada para um quadro futuro,  vejamos a visão de João -  "E VI um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe."  Apoc.21:1; - Como poderá vir a existência o novo se não houver a aniquilação do velho?, como poderá haver um novo céu e uma nova terra se os elementos do presente  não sofrerem uma transformação (ou extinção), para surgir o novo, hora até o homem recebera um novo corpo.

   Mesmo com estes novos fatos quase concluintes não devo concluir para literalidade do texto de II Pedro 3:10-11; Assim sou levado as seguintes conclusões, a analise da lógica dos fatos mesmo que sejam eles futuros e o que quero dizer com isto, vejamos e analisemos o texto de Apc. 21:1, observa-se que o texto apresenta e faz menção de uma situação onde os elementos vitais da existência humana foram extintos ou transformados.
                                                                                          
   Tudo bem sigamos agora na confrontação dos fatos com a lógica, percebe-se aqui que o texto de II Pedro realmente efetua-se como o descrito por ele, mas existe aqui uma questão cruciante que é a execução dos fatos dentro da linha do tempo, será que os fatos descritos por Pedro, estejam ligados a um único evento, quero dizer ao julgamento e destruição (renovação); É aqui que devemos fazer uso da lógica que produz os fatos.

      A cronologia dos eventos que gerarão o quadro visto por Pedro é que devemos organizar, haverá um julgamento final para os homens? Sim esta descrito em Apc. 20-13 ( E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras).

     Observa-se que na disposição do texto este é um momento de julgamento, o conhecido juízo final.
  
     Porem é visível que para cheguemos a este momento existiram fatos catastróficos onde envolveu os homens, terra a lua e o sol, mas sabe-se que estes momentos não produziram um ápice final ou seja um extermínio, diz o texto que eles foram produzidos para que houvesse arrependimento ao homem.

    NOTA-SE claramente o que é dito os elementos sol, lua e terra foram feridos, isto é a uma linguagem simbólica, porque estes fatos não produziram extinção, a terra estará ferida obviamente devido aos grandes eventos que ocorrerão, produzido por um desencadeamento de atos humanos e divino; Agora me reporto ao texto de II Pedro, será que este texto possua dois momentos distintos ou um único.

     Será que o seu cumprimento dar-se-á como o de Jesus, se assim for ele estará assim disposto uma visão direcionada para a grande tribulação e a outra para um fim realmente real, neste caso a primeira será uma linguagem simbólica e a segunda linguagem literal; Mas como chega-se a esta conclusão? É obvia a resposta, como colocar a visão de II Pedro que é uma visão de exterminação total, diante de uma situação que ainda há de acontecer, falo do julgamento do grande trono branco ( julgamento final).

     Como poderá cumpri-se o que é dito por Pedro se ainda não houve as mudanças de um novo céu e de uma nova terra, é aqui que faço uso da lógica produzindo os fatos; - Bem agora tenho motivos de sobra que me levam a concluir que, o texto de II Pedro é simbólico, isto é se ele for colocado durante a grande tribulação; Más se ele for levado alem da grande tribulação deve torna-se impreterivelmente em um texto literal.

     Todavia a implicação deste trabalho se faz em analise do texto descrito por Pedro, o “dia do Senhor”, é simbólico ou é literal em II Pedro, direi que este dia é “simbólico”. 
      
2)                Quem a escreveu, para que escreveu e para quem escreveu?

a)                  Quem escreveu? - O versículo 1 afirma claramente que foi escrita pelo apóstolo Pedro, onde ele rememora as palavras de Jesus concernentes à sua morte, como registradas em João 21:18-19 (cf. 2 Pe 1:14). Isto se deu no ano provavelmente nos anos 80-90 d.C..
II Pedro 1:1 - Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, àqueles que, pela justiça do nosso Deus e do Salvador Jesus Cristo, alcançaram por partilha uma fé tão preciosa como a nossa,
 b)                 Para que escreveu? - O propósito do escritor foi advertir os cristãos, contra os ensinamentos dos falsos mestres, exortando-os aos cristãs a continuarem crescendo na  e no conhecimento de Cristo.
II Pedro 1:2-8

   Graça e paz vos sejam dadas em abundância por um profundo conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor! - O poder divino deu-nos tudo o que contribui para a vida e a piedade, fazendo-nos conhecer aquele que nos chamou por sua glória e sua virtude. - Por elas, temos entrado na posse das maiores e mais preciosas promessas, a fim de tornar-vos por este meio participantes da natureza divina, subtraindo-vos à corrupção que a concupiscência gerou no mundo. - Por estes motivos, esforçai-vos quanto possível por unir à vossa fé a virtude, à virtude a ciência, à ciência a temperança, à temperança a paciência, à paciência a piedade, à piedade o amor fraterno, e ao amor fraterno a caridade. - Se estas virtudes se acharem em vós abundantemente, elas não vos deixarão inativos nem infrutuosos no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. 

c) Para quem escreveu? - Os prováveis destinatários da carta são os judeus cristãos e os gentios cristianizados, espalhados pela Ásia Menor, que seriam as mesmas comunidades da primeira epístola, onde proliferava o gnosticismo; Ela possui na verdade um caráter universal serve para a Igreja como um todo.
II Pedro 1:10 Portanto, irmãos, cuidai cada vez mais em assegurar a vossa vocação e eleição. Procedendo deste modo, não tropeçareis jamais.
 3)                Como aconteceu ou como acontecera?
    Segundo a minha compreensão a descrição do texto de Pedro 3:10-11 a sua narrativa não ésimbólica, é literal,  creio que realmente haverá uma destruição futura como ele descreve, envolvendo todo o cosmo, para que o velho mundo possa passar. Isto encontra-se no contexto bíblico, precisamente no livro de Apocalipse e em algumas passagens do Velho Testamento, estando o seu pensamento em harmonia com a bíblia. Friso logo abaixo os trechos básicos. 
                                                                                                       
II Pedro 3: 10-13
 10  Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
11  Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,
12  Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
13  Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.

                                                                                                            Smodger Silva


Fontes de Pesquisa:
Historia dos Hebreus - Flavio Josefo
Bíblia – João Ferreira de Almeida
         A Vitoria final – Stanley M.Horton

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