ESCOLA DE MÚSICA - ELLAM

CRISTO É UMA QUESTÃO DE OPÇÃO

CRONOLOGIA BÍBLICA

CRONOLOGIA BÍBLICA

sexta-feira, 29 de março de 2013

A PÁSCOA É UMA MENTIRA?

                                     A PÁSCOA É UMA MENTIRA?
                                                  


  A Páscoa! É a Festa de ressurreição de Jesus!  Porque muitos por unanimidade, fazem essa declaração?...

  Infelizmente poucos sabem a verdadeira origem dessa festa. Pois, nem é preciso dizer que por parte dos incrédulos, a ignorância os fazem pensar que a Páscoa é a comemoração da ressurreição do Senhor. É uma ignorância alimentada pela tradição.
  Mas que dirão daqueles que creem no Senhor Jesus Cristo, no sangue precioso que Ele derramou na cruz pelos nossos pecados, e que, portanto se entregaram as suas vidas à Ele? São para estes que dedico este trabalho.
                                                                                     Smodger Silva

                                   A ORIGEM DO TERMO PÁSCOA

    A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás.

  O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. 
A PÁSCOA JUDAICA

   Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo.

  A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito. Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão. 

 Originalmente, a Páscoa era dividida em duas Festas. Uma era a Festa Agrícola chamada «Festa do Pão Sem Fermento» heb Chag há-Matsót; a outra era uma Festa pastoral chamada «Festa do Cordeiro Pascal» heb Chag há-Pesah. Ambos os feriados se desenvolviam independentemente na época da primavera, durante o mês de Nisã (março/abril).

   A Festa do Cordeiro Pascal é a Festa mais antiga das duas. Nos tempos em que a maioria dos judeus ainda era formada de pastores nômades no deserto, as famílias judaicas comemoravam a chegada da primavera oferecendo o sacrifício de um animal. Neste ponto da Bíblia Moisés pede a Faraó que deixe os filhos de Israel irem até o deserto para celebrarem uma Festa a Yahweh (Êx 5.1). Este episódio aconteceu o efetivo Êxodo dos judeus do Egito.

   A Festa do Pão Asmo era uma Festa Agrícola primaveril separada na qual os camponeses judeus de Israel celebravam começo da colheita de grãos. Antes de cortar os grãos, eles separavam toda a massa azedada (a massa fermentada era usada, em vez de levedura, para levedar o pão).   Com o tempo, estas duas Festas da primavera ficaram associadas com o outro evento ocorrido na primavera: «O Êxodo do Egito». A Bíblia apresenta estas celebrações de primavera da seguinte forma:

   1) «A Festa do Cordeiro Pascal», tornou-se identificada com os acontecimentos do Egito, quando Jeová «passou por cima» das casas dos Filhos de Israel, poupando-os da décima praga, «a morte do primogênito de cada família egípcia» (Ex 12.25-27).

   2) «A Festa do Pão Asmo» (sem fermento), conhecida antes da experiência judaica no Egito, foi ligada à repentina saída dos Filhos de Israel do Egito, quando «levou o povo a sua massa antes que estivesse levedada » (Êx 12.34; 23.15).

   Estas duas Festas que eram celebradas antes do Êxodo, portanto, adquiriram na saída dos Filhos de Israel do Egito, uma significação religiosa totalmente nova; exprimem a salvação trazida ao povo de Israel por Yahweh Deus, como explica a instrução que acompanha a Festa (Êx 12.25-27; 13.8).
                                          A PÁSCOA NO EGITO

 A Páscoa foi instituída na noite em que ocorreu o Êxodo do Egito. A primeira Páscoa (isto é, com um novo significado) foi celebrada na Lua Cheia, no final do dia 14 do mês de Abibe; aproximadamente no ano de 1445 a.C. Dali em diante deveria ser celebrada anualmente (Êx 12.14, 17-24). A Páscoa instituída por Yahweh no Egito foi acompanhada por leis que regiam a sua observância.

   Cada família devia escolher um cordeiro ou cabrito sem defeito, sem mácula, com a idade de «um ano». Tinha que ser o melhor cordeiro ou cabrito; o animal escolhido não podia ter defeitos

                   A PÁSCOA CELEBRADA NA TERRA PROMETIDA

    Depois dos filhos de Israel terem se fixados na Terra Prometida, certas mudanças foram feitas e vários acréscimos vieram a existir na celebração da Páscoa. A Páscoa realizada no Egito foi uma Páscoa Histórica, e, está relacionada à décima praga e ao Êxodo de Israel do Egito (Êx 12). Naquela ocasião, os israelitas foram instruídos a aplicar o sangue de um cordeiro, ou de um cabrito, às ombreiras e à verga de suas portas, como sinal que lhe asseguraria segurança se ficassem em casa (Êx 12.22, 23).

  Quando os israelitas se instalaram na Terra Prometida não foi mais preciso aspergir o sangue, como da primeira Páscoa. Pois, as futuras Festas da Páscoa a serem realizadas depois do Êxodo, foram sacrifícios comemorativos sendo que o sacrifício inicial no Egito, foi um sacrifício eficaz. - Os israelitas também deixaram de comer a Ceia Pascal em pé, ou preparados para uma longa jornada, não mais precisavam ter pressa, pois, já estavam na Terra que o Deus lhes prometera. Na Páscoa inicial (no Egito), não houve tempo de fazer a Festa dos Pães Asmos, somente foi comunicada ao povo para que fosse observada quando houvesse entrado em Canaã (Êx 12.14-20).

  Depois da construção do Templo, Yahweh ordenou que a celebração da Páscoa e o sacrifício do cordeiro fossem realizados em Jerusalém (Deut 16.1-6). Faziam-se grandes preparativos em Jerusalém na época da Festa da Páscoa, visto que celebrar a Páscoa era um registro da Lei para todo varão israelita e não-israelita que estivesse circuncidado (Núm 9.9-14). Isto significava que muitas pessoas viajavam à Jerusalém com muitos dias de antecedência. Chegavam antes da Páscoa, a fim se purificarem cerimonialmente (João 11.55).

              A CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA OS NÃO ISRAELITAS

   Os versículos 43 a 50, do cap. 12 de Êxodo, descrevem a ordenança de Yahweh, para a celebração da Páscoa, aos «não-israelitas», para os anos vindouros. Todos varões israelitas tinham que estar circuncidados, para que tivessem o direito de participarem das bênçãos do concerto, de Yahweh e Abraão (Gên 17.11). Aquele que não fosse circuncidado era expulso do convívio do seu povo (Gên 17.14).

   Os não-israelitas (isto é, os escravos não judeus, os estrangeiros), não eram obrigados a participarem da Páscoa. Porém, se algum estrangeiro, que residisse entre os israelitas, quisesse celebrar a Páscoa de Yahweh, contudo, deveria ser circuncidado todo macho. A mesma lei era válida para todo escravo estrangeiro comprado por dinheiro. 

  Depois de circuncidados, tinham o direito de aproximar-se de Yahweh, como os israelitas (vss. 44,48). «Mas nenhum incircunciso comerá dela [da páscoa]» (vs.48b). Assim, como a Páscoa, a Santa Ceia, não tem sentido para aqueles que são estranhos às promessas de Yahweh. Mas quando em comunhão com Ele, tais pessoas, sejam elas do baixo nível, humanamente falando, têm igual direito de se aproximar de Yahweh.

A PÁSCOA ENTRE OS CRISTÃOS

   Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).

  Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém  

                                        DO CORDEIRO AO COELHO

A História do coelhinho da Páscoa e os ovos

   A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades.

   Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

  Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova.
Coelho

...O coelho de Páscoa é uma atualização do antigo símbolo pascoalino, a lebre (parente do coelho), considerada sagrada para a deusa Eostre. No século XVIII, colonizadores alemães levaram para os Estados Unidos a ideia dos coelhos de Páscoa. Uma duquesa alemã, ao dizer que os brilhantes ovos de Páscoa tinham sido deixados pelos coelhos para as crianças, deu origem ao costume de fazer com que as crianças os encontrasse no dia de Páscoa.

  A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

O QUE TEM HAVER O CORDEIRO E O COELHO COM O OVO

...Entre os pagãos o ovo guarda em si a imagem de uma nova vida, por isso foram adotados como símbolo de renovação. Costumavam ser oferecidos em muitas civilizações como presentes. No Antigo Egito e na Pérsia, por exemplo, eram pintados em tons primaveris. Na China, antes mesmo do nascimento de Cristo já se presenteava com ovos de pata pintados em cores vivas. Na Europa católica do século XVIII, ovos coloridos passaram a ser benzidos pelos cristãos e oferecidos aos fiéis.

...Na Polônia e na Ucrânia, essa tradição foi levada muito a sério. Edward I registra em 1290 a despesa de compra de milhares de ovos para serem distribuídos às pessoas de sua corte. No século XVII, o Papa Paulo V abençoou um simples ovo a ser usado na Inglaterra, Escócia e Irlanda. Na Alemanha, é antigo o costume de dar ovos de Páscoa às crianças, junto com outros presentes.

...Em partes da Europa, as tribos tinham uma forma abreviada de chamar Eostre, a deusa da Primavera, e que começou a ser usada para descrever a direção do nascente - Leste. Daí a palavra Easter. As primeiras cestas de Páscoa se assemelhavam aos ninhos de pássaros. Antes, as pessoas colocavam os ovos nos ninhos em honra da deusa Eostre....

  Com o passar do tempo, passaram a ser confeitados e é aí que entra o chocolate. Chocolate  que por muito tempo foi servido como bebida, viu sua indústria se desenvolver bastante na Inglaterra do século XIX. .Foi nessa época que apareceu o ovo de chocolate. A partir daí, rapidamente se espalhou pelos mercados europeus e depois pelo mundo.

  Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da vida e do sacrifício daquele que fundou uma das maiores religiões do mundo. Contudo, muitos não conseguem visualizar qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com ovos de chocolate.

  Para responder a essa pergunta, precisamos voltar no tempo em que o próprio cristianismo estava longe de se tornar uma religião. Em várias antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observamos que o uso do ovo como presente era algo bastante comum. Em geral, esse tipo de manifestação acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera.

  Não por acaso, vários desses ovos eram pintados com algumas gravuras que tentavam representar algum tipo de planta ou elemento natural. Em outras situações, o enfeite desse ovo festivo era feito através do cozimento deste junto a alguma erva ou raiz impregnada de algum corante natural. Atravessando a Antiguidade, este costume ainda se manteve vivo entre as populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média.

  Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Eostre , a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.

  A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Niceia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.

  No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.

  Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.

DEUS INSTITUI O CORDEIRO PARA PASCOA POREM UM HOMEM O DESTITUI POR UM PEIXE  - (PAPA)

   A substituição do ato de comer carne por peixe procura relembrar a crucificação  de Cristo. A abstenção da carne que foi instituída pelo Papa Pio XII, na sexta-feira da paixão, a partir 1951.

  A privação da carne relembra a crucificação de Cristo e, ao mesmo tempo, celebra a fé no Cristo que voltará (na Ressureição). Bem se isto não é uma interferência na lei de Deus, eu não sei o que pensar e me calo perante este absurdo.

  É sabido que o peixe, é o símbolo dos cristãos antigos, isto está vinculado às aparições de Jesus que sempre se liga à presença do peixe em sua história, após a Ressurreição e diz respeito ao próprio Cristo Ressuscitado [(Jo 21,9) e (Lc 24,42-43)].

   Este ato preferencial de alimentar-se de Jesus, não institui uma mudança e nem a quebra do que foi instituído no Egito ao povo Judeu por Deus. Assim como o uso do coelho e nem do ovo de chocolate, tudo isto é estranho a bíblia; E para piorar as coisas essa festa presente não tem nada haver com o cristianismo verdadeiro.

   A páscoa para os primeiros cristãos (judeus) se deu inicio quando Cristo uniu seus discípulos no cenáculo para comerem juntos a páscoa judaica, neste momento Jesus manda que a partir daquele momento o pão fosse comido e o vinho bebido em memória dele. Veja abaixo    

Lucas 22:19-20

 19 Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: "Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim".
20 Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês.

  - Se você poder dê um glória a Deus, dedico este trabalho de pesquisa ao meu Deus e que toda a honra seja dada a ele, eu sou apenas um colaborador do seu reino, e meu prazer é velo brilhar.

            Amémmmmmmmmmmmmmmmm -  Smodger Silva

          Enchei-vos do espírito diz a palavra ...e este trabalho me encheu.  

FONTE
(1)  "PÁSCOA" in Enciclopédia Judaica, v.3, pag.956 (ed.67). 
(2)  "PÁSCOA" in Enciclopédia Brasileira Globo, v.VIII, sem página. 
 GAUSS, Karl Friedrich - "um dos grandes expoentes matemáticos de tôda a história" (Barsa, v.6, pag.435, edição de 69). 
(3)  "PÁSCOA" in Enciclopédia Brasileira Mérito, v.15, pag.45. 
   Enciclopédia EPB Universal, v.9, pag.2704. 
(4)  "PÁSCOA" in Enciclopédia Delta Universal, v.11, pag. 6125 (ed.80). 
 "Páscoa: que significa realmente?" in Jornal da Tarde, 7 de abril de 1982. 
(5)  "Páscoa Ucraniana" in Shopping News-City News, 28 de março de 1982, pag.9. 
 "No Brooklin, duas senhoras se preparam para a Páscoa ucraniana" in Gazeta de Santo Amaro, 3 de abril de 1982. 
(6)  "Ovo" in "Dicionário de Símbolos" de Juan-Eduardo Cirlot, pag. 435. 
(7)  "Os ovos" in "Homem Mito e Magia" da Ed. Três, v. III, pag.718. 
(8)  IDEM, ibidem. 
(9)  IDEM, ibidem. 
 "LEDA" in Grande Enciclopédia Delta Larousse, v.7, pag.3951 (ed.70). 
(10) "Páscoa: que significa realmente?" in Jornal da Tarde, 7 de abril de 1982. 
(11) "Os ovos" in "Homem Mito e Magia"... 
(12) IDEM, ibidem. 
(13) "Lebre" in "Dicionário de Símbolos" de Cirlot, pag. 337. 
(14) "Páscoa, comemoração universal" in Shopping News-City News-Jornal da Semana, 26 de março de 1989, pag.43. 
(15) "PÁSCOA" in Enciclopédia Universal Gamma, v.8, sem página (ed.84).



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