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CRISTO É UMA QUESTÃO DE OPÇÃO

CRONOLOGIA BÍBLICA

CRONOLOGIA BÍBLICA

sexta-feira, 15 de março de 2013

PURGATÓRIO



                                                                 PURGATÓRIO


 
   O dogma do Purgatório, ensinado pela Igreja Católica (IC), é conhecido como a sua “galinha dos ovos de ouro”. Ensinam os católicos que existem quatro lugares no outro mundo: Céu, Inferno, Purgatório e Limbo.

   Para o Limbo vão as crianças que morrem sem batismo. É um lugar de sombras, sem penas, sem sofrimento, mas também sem alegria alguma. Porém, a Bíblia nada diz sobre o Limbo, sendo que o próprio Jesus declarou: 

      - Deixai vir a mim as crianças porque das tais são os reinos dos céus.
     - Ao ladrão na cruz ele disse, hoje mesmo estarás comigo no paraíso.   
     - Para alguns ele dirá apartai-vos de mim para o fogo eterno.

  Onde fica esse purgatório e este limbo? - A bíblia não relata a sua existência. Assim é uma MENTIRA, idealizada para fins lucrativos no Concílio de Florença (1439).

  Contra esse e outros abusos da igreja que se levantou Martin Lutero, com suas teses.  
  
  No Concílio de Florença (1439). Lá foi estabelecida a diferença entre o pecado cometido e a tendência inata para o pecado. Chegando-se a conclusão que o perdão (conseguido através da confissão ao sacerdote e a participação dos sacramentos) acaba com o pecado, mas não acaba com a má tendência. Há, portanto, a necessidade do purgatório, um lugar intermediário entre o céu e a terra, onde os fiéis que ainda tenham alguma dívida e a má tendência para o pecado, irão sofrer no fogo do purgatório, até a purificação completa. 

Três argumentos bíblicos que liquidam a doutrina do purgatório:

1.º) A suficiência do sacrifício de Cristo.
  Não há como crer na suficiência do sacrifício de Cristo e na doutrina do purgatório ao mesmo tempo. Só pode se crer em um e descartar o outro. Cristo falou: “Porque o filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lc 19.10). Ele veio salvar, não se tem nenhuma necessidade do purgatório para aperfeiçoar a salvação que Cristo trouxe. Paulo escreveu: “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” (I Tm 1.15). Cristo na cruz disse: “Está tudo consumado”, mostrando assim que cumpriu a sua missão. 

2.º) Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo (Rm 8.1 e Jo 3.18). 

3.º) É na presente vida que a salvação ou a condenação é definida (Hb 9.27). 

Observamos que o catolicismo não fica satisfeito com nada. Não crê que o sacrifício de Cristo foi o suficiente para a nossa salvação, nem fica satisfeito com a sua própria mirabolante doutrina dos sacramentos. Para eles há necessidade do purgatório, enquanto a Bíblia é bem mais simples afirmando que Cristo satisfez a justiça divina (Rm 3.21-26), não havendo necessidade de mais nada.

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